Você tem mãe? Se ela esta viva com certeza você faria tudo por ela, até dar sua vida. Mas imagine a situação de uma filha, que também já é mãe 4x, levar sua mãe a um hospital em Viamão e vê-la morrer lá. Não morrer pelo problema que obrigou a internação, mas por uma possível negligencia ou maus tratos.
O relato que você lerá abaixo não é ficção e é pesado, nojento, triste, revoltante. Mostra exatamente o que ocorre em muitos hospitais por este Brasil afora. Mostra de forma clara os últimos momentos de uma senhora que foi praticamente morta dentro de um hospital e por ironia, no dia de seu aniversário.

Já não é a primeira vez que relatamos casos absurdos, como aquele do menino que tinha sido atropelado e mandado para casa no mesmo dia, mesmo tendo batido com a cabeça( http://www.viamaohoje.com.br/mae-de-menino-atropelado-reclama-de-atendimento-do-hospital-de-viamao) . Também causou revolta o caso da motoqueira que quase perdeu a perna no mesmo Hospital (http://www.viamaohoje.com.br/hospital-de-viamao-–-referencia-no-estado).
A pessoa que nos escreveu era filha desta senhora que morreu e que possivelmente e desejamos, esteja agora num lugar melhor que esta imundície de cidade.
Evidentemente sempre alegarão que sempre há funcionários ruins em qualquer profissão, ou que agora esta “SOB NOVA DIREÇÃO” . Mas uma vida perdida dentro de um hospital não tem explicação.
Abaixo o relato sem edição:
“Para começar minha historia, dia 17 de abril de 2009,chamei a ambulância para levar minha mãe muito mal para o hospital da santa casa de misericórdia, só que fomos informadas pelo atendente que estava na linha que não poderiam levar alguém de Viamão para porto alegre.
Era umas 15.30 quando ligamos pra começar o atendente queria saber por que queríamos levar ela para o hospital,dissemos que estava mal e que ela estava sondada, ele começou a travar uma guerra de perguntas e respostas do tipo por que vocês deixaram ela ficar mal para chamar a ambulância, estávamos nervosas pedindo com jeito mesmo assim, ele disse que não poderia mandar a ambulância então imploramos por favor minha mãe vai fazer aniversario amanhã ela tem walzeimer estamos preocupadas cuidamos dia e noite dela, mande, e nada dele disponibilizar a ambulância.
Pedimos varias vezes e o telefone passou de mão em mão por que estávamos em quatro mulheres ao redor do telefone. Até que então eu falei que ia denunciar no Balanço Geral o atendente disse o seguinte: “Vou disponibilizar a ambulância devido a ela aniversaria amanhã, por que se fosse por vocês eu não liberaria.” – Não entendemos ali ficou uma interrogação pois não havíamos discutido com ele.
Chegando a ambulância já tinha se passado 45minutos, os paramédicos chegaram muito educados examinaram e disseram, os batimentos cardíacos estão muito baixos ela esta com diabetes auto e a respiração já estava bem fraquinha, vamos correr para o hospital de Viamão.
Chegando ao hospital a ambulância foi embora, pedimos para que ele nos auxiliasse como mandar minha mãe pra santa casa, pois era lá que ela ficava quando estava assim. Fazia um mês naquele dia que ela tinha vindo da santa casa.
Ficamos na sala de espera, enquanto levaram minha mãe lá para dentro, ficamos felizes pois estaria nas mãos dos médicos, depois de uma hora de espera fomos chamadas por uma plantonista que já estava saindo, nem parecia médica coitada toda esbagaçada com o zíper estragado e repetia a mesma pergunta muitas vezes.falei pra ela que não queria deixar minha mãe ali e levar para outro hospital e ela falou que era bom mesmo por que aquilo ali estava um caos.
Aquela mulher parecia estar muito cansada, falamos tudo que minha mãe tinha ela escreveu tudo que falamos,colocou em uma planilha e nos dispensou para esperar lá na frente no saguão. Ficamos esperando angustiadas só diziam que estava em procedimento quando perguntávamos, De tanto insistir para saber como minha mãe estava fui chamada as 20 horas que uma médica queria falar comigo,quando cheguei lá a surpresa foi grande dia 27 de abril era um dia muito frio já era uma noite de inverno, fiquei assustada ao ver todos pacientes pelados em seus leitos só com um misero lençol por cima, a cena foi chocante umas vinte pessoas na mesma sala, o leito de minha mãe era na frente de uma janela enorme aberta e a médica veio me perguntar o que minha mãe tinha enfureci alem de ver a minha mãe pulando de frio naquela cama a médica que recebeu minha mãe já tinha todos dados da ambulância e do que ela tinha.
Sai pelo corredor correndo fui ate o guichê de atendimento pedi, por favor, que me deixasse levar minha mãe para santa casa em meu carro mesmo não deixaram me disseram que se eu tirasse ela dali ficaria no laudo que a paciente fugiu do hospital, então em desespero por que vi que minha mãe estava com hipotermia de ficar na frente da janela com frio ainda por cima não tinha sido medicada desde que chegou as 17 horas.
Falei que eles queriam me entregar um óbito, meu desespero foi grande comecei a gritar para todos que estavam ali ironicamente que eles não me queriam deixar eu levar minha mãe para outro hospital e que seria fuga do paciente, como minha mãe iria fugir estava morrendo, uma senhora com 86 anos, foi quando um rapaz me falou sua mãe e uma senhora de cabelos curtos brancos, disse sim, ele me disse, desde que vocês chegaram ela estava no corredor sem roupas, eu ate fiquei preocupado pois tinha um cobertor nos pés dela e agora que colocaram ela lá naquela sala.
Gritei contei meu caso para todos que estavam ali é disse para chamar o diretor do hospital, enquanto eu tentava resolver o problema minha mãe já tinha morrido. Fui chamada mais uma vez lá dentro para eles me acalmar, pois os ânimos já estavam exaltados com todos que tinham seus doentes naquele dia no matadouro de Viamão que chamam hospital, chamaram a policia mais os policiais só ficaram olhando, não apareceu nenhum diretor veio um médico da parte da cardiologia falar comigo mais as palavras dele não adiantou eu já sabia ela estava morta.
Tenho certeza que o dia da morte de minha mãe no hospital de Viamão foi para mostrar pra todos que estavam ali que espantados correram levando seus familiares para outro hospital, foi livramento aquele dia por que a minha mãe era o quinto óbito do dia.
Minha mãe morreu pelo descaso, morreu com hipotermia até hoje não sei era o dia da sua morte ou foi abreviada.
O descaso com idosos tem tido muita repercussão cuidado ao levar seu idoso ao hospital de Viamão. Minha vizinha também passou por isso e a mãe dela tinha 74 anos, tinha plano de saúde e nada resolveu. No dia que ela perdeu a mãe ela se lembrou do meu caso. O caso da ambulância ate hoje eu não sei se aquele atendente continua atendendo as pessoas necessitadas daquele jeito.
Liguei para o fala cidadão contei o assunto e bateram com o telefone na minha cara, por certo eu não era única a fazer tal denuncia,será que as outras pessoas tem sido ouvidas em seus casos no fala cidadão?”
Sem mais palavras
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Onde está a Biblioteca que estava no terminal da Avenida do trabalhador? Da mesma forma que o posto de saúde saiu, parece que ela tinha ido para as dependencias do Alberto Pasqualini. Mas o Professor Fábio da Rede Municipal de Ensino nos pergunta justamente isso. Ele chega a nos enviar uma materia da propria Prefeitura , conforme nota abaixo:
Dia 30 de Março, segunda-feira, teremos planearia do orçamento participativo para a Santa Isabel. Será na Escola Walt Disney. Já na terça-feira, dia 31, será a vez da Vila Augusta na Escola Luciana de Abreu.








