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Fábula da galinha vermelha

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Escrito por Redação ou por Colaboradores do Site   
12-Jul-2008
Fábula da galinha vermelha
 
 
Fábula da galinha vermelha
Ficou mais conhecida quando foi divulgada por Ronald Reagan, nos anos 70,
quando presidente, reduziu a carga tributária e conseguiu aumentar a
arrecadação nos EUA.
A história da galinha vermelha que achou alguns grãos de trigo e disse a
seus vizinhos:
 
'Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a
plantá-lo?'
'Eu não', disse a vaca.
'Nem eu', emendou o pato.
'Eu também não', falou o porco.
'Eu muito menos', completou o ganso.
'Então eu mesma planto', disse a galinha vermelha.
E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.
'Quem vai me ajudar a colher o trigo?', quis saber a galinha.
'Eu não', disse o pato.
 
'Não faz parte de minhas funções', disse o porco.
'Não depois de tantos anos de serviço', exclamou a vaca. 'Eu me arriscaria a
perder o seguro-desemprego', disse o ganso.
'Então eu mesma colho', falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.
Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
'Quem vai me ajudar a assar o pão?' indagou a galinha vermelha.
'Só se me pagarem hora extra', falou a vaca.
 
'Eu não posso por em risco meu auxílio-doença', emendou o pato.
'Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão', disse o porco.
'Caso só eu ajude, é discriminação', resmungou o ganso.
'Então eu mesma faço', exclamou a pequena galinha vermelha.
Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem
ver.
De repente, todo mundo queria pão, e exigiu um pedaço. Mas a galinha
simplesmente disse:
'Não, eu vou comer os cinco pães sozinha'.
'Lucros excessivos!', gritou a vaca.
'Sanguessuga capitalista!', exclamou o pato.
'Eu exijo direitos iguais!', bradou o ganso.
O porco, esse só grunhiu.
 
Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto
contra a galinha, gritando obscenidades.
Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha: 'Você não
pode ser assim egoísta'.
'Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor', defendeu-se a galinha.
'Exatamente', disse o funcionário do governo.
'Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o
quanto quiser.
 
Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores
mais produtivos têm que dividir o produto de seu trabalho com os que não
fazem nada'.
 
E todos viveram felizes para sempre, inclusive a pequena galinha vermelha,
que sorriu e cacarejou: 'eu estou grata', 'eu estou grata'.
Mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca
mais fez nada mais... nem mesmo um pão.


Esta 'fábula' deveria ser distribuida e estudada em todas as escolas
brasileiras.
Quem sabe, assim, em uma ou duas gerações, sua mensagem central pudesse
tomar o lugar de toda essa papagaiada pseudo-socialista, que insiste em
assombrar nosso país e condená-lo à eterna miséria.
Em tempo... Qualquer semelhança desses bichos com alguns abaixo é mera
coincidência:
'Sem Terra',
'Sem Teto',
'Sem Bolsa Escola',
'Puxa-sacos',
'Sem Vergonha'...
'Sem bosta nenhuma'... e outros bichos mais...

Postado por Cláudio A. Dullius no :|: Claudio Dullius de Viamão :|: em 7/06/2008 12:12:00 PM
 
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