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Escrito por Redação ou por Colaboradores do Site
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12-Set-2008 |
Chega
um ponto em nossas vidas, mesmo para aqueles como eu “digitalizados”
desde que aprenderam a ler, que desejam acreditar em algo divino. Não
apenas pelos problemas que muitas vezes nos são apresentados, pois
chamaria isso de fraqueza. Falo quando se estuda e se observa o Cosmos
e nos deparamos com questões transcendentais momentaneamente sem
explicações.
Eu,
desde que aprendi a ler, descobri que quem escreve os livros quer
lucrar de alguma forma com eles e papel aceita tudo, assim como papiros
e tabuas de barro. Descobri também que um mentira contada muitas vezes
se torna uma verdade. Desde então tenho analisado várias religiões e
não escondo que já fui até em casas de macumba, se é esse o nome que se
dá. Mas isso a muito tempo, quando ainda era mais influenciável pelas
pessoas que me diziam “Isso é serio, vai lá pra ver...”. E fui muitas
vezes e muitas perguntas fiz para "Paes de Santos", para o pessoal do
Alan kardec aqui na Rua Medianeira e até mesmo para um padre na
Paróquia Santa Isabel, acreditem!
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11-Set-2008 |
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A edição da Súmula Vinculante de nº 11, pelo STF, põe em xeque mais uma questão
há tempos discutida: o quão vulnerável se encontra a nossa autoridade policial,
não somente pela desigualdade diante do poderio bélico dos delinqüentes, como
agora, por medida imposta pelos nossos legisladores, guardiões da Constituição
Federal. A rigor, preceitua a Súmula nº 11: “Só é lícito o uso de algemas em
caso de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade
física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros,
justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de
responsabilidade disciplinar civil e penal do agente ou da autoridade e
de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem
prejuízo da responsabilidade civil do Estado”. Com isso tem-se que a autoridade
policial, está cada vez mais “algemada” em face dessas novas legislações onde
não é permitido o uso de um mecanismo de segurança (as algemas) que visa
assegurar a integridade de um bem jurídico tutelado, qual seja a vida dos
profissionais da segurança pública, sob pena de nulidade de todo o ato, conforme
reza o dispositivo em tela. Nesse diapasão só nos resta refletir sobre a gênese
de nossas leis e, num exercício hermenêutico torcer para que as “emoções” não se
tornem dispositivos legais. O calor do momento pode ser aprazível para a criação
de medidas radicais, mas o que deve sempre imperar é o bom senso que só será
alcançado à luz do caso concreto, daqueles que se encontram efetivamente a
serviço do Estado, oferecendo bem mais que a letra, mas a própria
vida!
Heloísa Barcelos – Escritora da
ALVI
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11-Set-2008 |
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os idos de aluno do Grupo Escolar Setembrina havia uma prática
entre os guris quando a peleia se armava. Sempre vinham outros para atiçar a
briga. Alguém cuspia no chão e mandava apagar – passar o pé. E aí açulavam para
passar a mão na cara. Outros vinham por trás e empurravam um sobre o outro.
Muitos estimulavam a briga com palavras, ofensas e desaforos. As pessoas
crescem. Os modos mudam, mas a essência continua a mesma: fazer com que se
peguem e briguem.
Assim é na política. Os aduladores, puxadores de escroto ou
babadores de ovo de hoje serão adversários no amanhã. Quem fala mal do outro
hoje, sempre falará mal de alguém. São traços de personalidade. A política é a
arte dos amigos sem amizade, mas com muitos interesses. Uhu! Claro que temos
muitas exceções. Conhece alguma?
O Partido dos Trabalhadores – PT venceu as três últimas eleições
para a Prefeitura viamonense. Durante todo esse tempo as oposições têm atacado
impiedosamente o PT. É pau no PT. Foi pau no Ridi duas vezes e agora também duas
vezes com o Alex. As oposições também se devoram num canibalismo brutal. Nenhuma
ofensa é suficiente. Mas até agora, o resultado tem sido somente um – vence o
PT. Pela quarta vez se adota o mesmo esquema, usa-se o mesmo estratagema – bater
no PT. Não seria mais prudente e inteligente adotar outra estratégia? É como o
time que está sempre perdendo e não muda o esquema e o planejamento. Mas fica
difícil para quem está dentro do ringue enxergar isso sendo atiçado pelos
partidários e “amigos” para a briga. Lembro do discurso de um candidato
inaugurando um comitê nas Águas Claras: - Não se mixemos pra eles! Não se
elegeu como vereador até hoje.
A filosofia e a religião ensinam que devemos aprender
principalmente nas derrotas, na dor, no sofrimento. É a forma de evoluir e
vencer. Observem que o amado povo e
os famosos “1/3 do PT” conhecem o PT e o Alex (agora). Sabe o que fez e o que
poderá fazer. Quem sabe o que os demais poderão fazer? Tudo realmente é uma
incerta. A arte de mentir para conseguir seus objetivos está arraigada na vida
política. Todo eleitor sabe disso. Eis porque tem todo o direito de desconfiar
que nem todas as propostas dos adversários do PT serão viabilizadas. Logo é mais
provável que oposições separadas, canibais e usando a mesma técnica perdedora
venha perder novamente esta eleição. O PT também pode perder por fadiga,
mentiras reincidentes (famigerado hospital materno-infantil do Ana Jobim!) e
cansaço do amado povo, mas a popularidade do Lula continua
altíssima.
A oposição precisa trilhar outro caminho que seja inovar. As
pessoas sentem-se atraídas pelo Novo. Novo jeito de governar e de caminhar como
o povo. Precisa surpreender o amado
povo com novas propostas e largar o sistemático ataque, briga e desqualificar o
que os outros construíram. É como chamar de imbecil quem durante as últimas
eleições escolheu o PT. Alguém gosta de ser chamado de burro ou mentiroso?
Revisem a crônica do dia 12 passado – o Voto. As pessoas precisam ser cativadas.
A pessoa vota por ódio ou por amor. Sendo por amor ela será muito mais dócil,
amistosa e propagadora daquele candidato. As pessoas se filiam às religiões e
partidos por amor ou por ódio? Os católicos esvaziaram as igrejas quando muitos
padres falavam somente de política e culpando o fiel pelas desgraças dos outros.
A Igreja Universal e outras pentecostais encheram-se de fiéis querendo
felicidade, sucesso, riqueza, cuidarem da própria alma e cada um sendo
responsável pelo que lhe compete e nada de “culpas sociais centenárias”.
Podes viver com uma pessoa toda uma vida e não conhecer nada dela.
Política é assim. Há vencedores que nunca tiveram a real capacidade de entender
porque venceram. Há quem perde ganhando. A classe política tem baixíssima
consideração pelas pessoas, evitar que piore deve ser uma das qualidades dos
candidatos. Destruir e arrasar para reconstruir ou aproveitar o que existe e
fazer mais de outra maneira?
EDITOR:
Dr. Edson Olimpio Silva de
Oliveira
Médico - Cirurgião
Escritor - Cronista Jornal
Opinião
Membro Sobrames - Soc.Bras.Médicos Escritores
Membro
ALVI - Assoc. Literária de Viamão
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09-Set-2008 |
o ceLEUma procura o indivíduo na foto, de chapéu e lenço vermelho,
para uma entrevista - Foto: Raquel Santana, de Curitiba
No
último domingo, 31 de agosto, durante a Prova Freio de Ouro na
Expointer em Esteio, um fato inusitado não teve destaque em nenhum
jornaleco destes que temos por aqui. O rapaz na foto fez valer a fama
de grosso da gaúchada e não engoliu em seco o que tinha a dizer para a
Govi. Fez-se valer a doutrina que o Cel. Mendes repete em tudo que é
microfone que pára na frente dele:
"abordar, prender & aprender"
Raquel
Santana, de Curitiba, foi a única fotógrafa no local a registrar o
ocorrido. Ela disponibilizou a foto para a blogosfera, e não pros
"chapaBranca".
Raquel escreve:
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02-Set-2008 |
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Nunca
as responsabilidades caíram tão fortemente sobre os candidatos a
Vereadores e Vereadoras de Viamão, bem como ao próximo prefeito.
Coitados, nos próximos quatro anos Viamão vai ou racha (e não é figura
de linguagem). Portanto, candidatos, é bom esquecer aquela idéia de que
“O povo é trouxa, eles votam e depois é só mamata por quatro anos...”.
Estamos num verdadeiro clima de guerra urbana,
um caos nunca visto. Não podemos atribuir somente ao governo municipal
pois é geral, em todo o Brasil mas temos que cuidar de nosso
município.Mas uma coisa é certa, se o Governo Federal tivesse “Um braço forte ou uma mão de ferro” como em paises sérios, a coisa não teria chegado a este ponto. Claro que tem alguém lá ganhando com isso daí esta explicado.
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